Este Domingo, dia 05 de Junho, vamos ter em mãos a decisão que pode virar o rumo deste país. E pode é uma palavra que deve ser aplicada, neste contexto, com exactitude e precisão. Pode porque se nada mudar vamos mostrar que nos resignámos. Vamos demonstrar uma terrível apatia com a situação actual que hoje o país atravessa.
Essa situação, que se vive a todos os níveis sociais em Portugal, é a situação de cada um de nós. E dentro de cada um de nós estão os nossos próprios problemas, as nossas próprias frustrações e as nossas próprias soluções. No entanto, essas soluções não podem ser desviadas do tema central destas eleições.
Portugal vive hoje um dilema entre as escolhas que deve tomar, quando na verdade, as escolhas são exactamente aquilo que já não tem. Portugal não pode perder mais tempo a errar com escolhas pouco acertadas ou escolhas das quais mais tarde se possa vir a arrepender. E com isto quero apenas dizer que quem quer que saia vencedor das eleições de dia 05 tem que ter um país atrás que lhe passe confiança e lhe transmita a serenidade de governar um país que não se quer deixar governar. A História assim já o provou, uma e outra vez...
Não se trata mais de escolher uma cor partidária, não se trata mais de escolher um líder político, não se trata mais de escolher um discurso em detrimento de outro, não se trata mais de escolher um ideal acima de outro. Trata-se de muito mais que isso. Trata-se de fazer uma escolha acertada e da qual não nos podemos arrepender. Trata-se de acreditar em nós e nas capacidades de um País e dos seus habitantes, quer eles sejam Portugueses ou Emigrantes Estrangeiros.
Temos que acreditar que todos têm algo para dar e todos podem dar muito mais do que aquilo que pensam ter dado até agora. Trata-se de agarrar a oportunidade que nos dão, dia-a-dia, e não largar. Trata-se de obedecer e fazer-se obedecer. Trata-se de ouvir e fazer-se ouvir. Trata-se de criar ordem e justiça no local de trabalho. Temos que aprender a fazer cumprir datas e horários para que não existam desculpas para criar o erro. Forçar a exactidão de cálculos e projecções para não existirem derrapagens. Não se gastar recursos onde eles já não existem. Deixar um lider liderar é tudo isso e mais. É obedecer, fechar os olhos e acreditar. Mas não apenas isso, é trabalhar em conjunto e criar um país unido em torno dos mesmos objectivos.
Crescer não faz parte do vocabulário da maior parte das empresas portuguesas a operar no mercado nacional. Subsistir e sobreviver são muito mais facéis de pronunciar e alimentando expectativas só leva a desilusões, pelo qual, as empresas apontam para baixos objectivos na esperança de atingirem tais metas. Ainda assim, quando falham pedem ajudas, quando falham pedem "bóias de salvação" que nunca antes tinham existido. Interesses são levados em conta e sucedem-se os "fechar de olhos" para injectar dinheiro público em parcerias que não têm cabimento de existir.
Todos somos responsáveis por isso. Alguns mais que outros mas todos ficamos em casa a ler os jornais e a ver pela televisão esses acontecimentos e apenas abanamos a cabeça, enquanto outros sorriem de alegria porque ainda mantêm as suas empresas e os seus cargos de administradores intactos até uma próxima ajuda estatal.
Esta sectorização do mercado laboral tem que acabar. Todos contribuem para a alimentação da economia estatal e todos merecemos a mesma atenção. Mas para isso temos que cumprir com as regras que nos são impostas. E hoje, mais que nunca, há que rever certas regras laborais que existem no nosso país. O facilitismo não pode ser uma solução dentro das empresas. A desobediência não pode resultar num impasse. O despedimento não pode ser uma arma administrativa sem execução. Hoje, trabalhadores com contrato, nada temem. Apenas que lhes cortem salários e regalias. Temos todos que ter a noção que amanhã podemos estar na rua. Aprender a viver todos os dias com o risco e o que ele pode trazer de bom e de mau, para dentro de uma empresa. Nesse aspecto, não há muitas dúvidas que quem trabalhou já a Recibos Verdes, tem uma percepção do mercado de trabalho completamente diferente. Sabem que amanhã pode tudo ir pelos ares. Sabem que têm que dar tudo por tudo hoje e não amanhã porque pode ser tarde demais.
Nas empresas portuguesas existe este acesso total, permitido por chefias, a que o trabalhador exerça o seu cargo da forma que ele bem entender, desde que no final os objectivos tenham sido atingidos. Ora a questão é saber que métodos de trabalho são esses. Assistir a um trabalhador passar mais de metade do seu dia agarrado à internet ou a um jogo que exista no computador não pode passar incolúme. Não pode ser apenas objecto de comentário sarcástico. Tem que ter medidas drásticas e isso, hoje, não é uma realidade.
Estamos, rapidamente, a caminhar para um abismo que apenas tem uma solução. Essa solução passa, como já referi, por nós e por aquilo que queremos para Portugal e os nossos filhos. Iremos deixar este país livre de amarras e de constrangimentos quando são essas mesmas amarras que nos fazem crescer e nos fazem ser melhores?
Pensam no que podem oferecer a Portugal e pensem no que Portugal pode crescer com a vossa ajuda. Não podemos gastar mais recursos, mais dinheiro e mais imagem negativa com políticos corruptos, com empresas fantasma, com dinheiro sujo ou com auditorias falsas. Entreguem o vosso voto à utilidade do país. Não o gastem com quem não merece, ou com quem não consegue exercer o seu cargo na perfeição, porque é de isso que se trata agora: atingirmos a perfeição, se é que ela existe...
Essa situação, que se vive a todos os níveis sociais em Portugal, é a situação de cada um de nós. E dentro de cada um de nós estão os nossos próprios problemas, as nossas próprias frustrações e as nossas próprias soluções. No entanto, essas soluções não podem ser desviadas do tema central destas eleições.
Portugal vive hoje um dilema entre as escolhas que deve tomar, quando na verdade, as escolhas são exactamente aquilo que já não tem. Portugal não pode perder mais tempo a errar com escolhas pouco acertadas ou escolhas das quais mais tarde se possa vir a arrepender. E com isto quero apenas dizer que quem quer que saia vencedor das eleições de dia 05 tem que ter um país atrás que lhe passe confiança e lhe transmita a serenidade de governar um país que não se quer deixar governar. A História assim já o provou, uma e outra vez...
Não se trata mais de escolher uma cor partidária, não se trata mais de escolher um líder político, não se trata mais de escolher um discurso em detrimento de outro, não se trata mais de escolher um ideal acima de outro. Trata-se de muito mais que isso. Trata-se de fazer uma escolha acertada e da qual não nos podemos arrepender. Trata-se de acreditar em nós e nas capacidades de um País e dos seus habitantes, quer eles sejam Portugueses ou Emigrantes Estrangeiros.
Temos que acreditar que todos têm algo para dar e todos podem dar muito mais do que aquilo que pensam ter dado até agora. Trata-se de agarrar a oportunidade que nos dão, dia-a-dia, e não largar. Trata-se de obedecer e fazer-se obedecer. Trata-se de ouvir e fazer-se ouvir. Trata-se de criar ordem e justiça no local de trabalho. Temos que aprender a fazer cumprir datas e horários para que não existam desculpas para criar o erro. Forçar a exactidão de cálculos e projecções para não existirem derrapagens. Não se gastar recursos onde eles já não existem. Deixar um lider liderar é tudo isso e mais. É obedecer, fechar os olhos e acreditar. Mas não apenas isso, é trabalhar em conjunto e criar um país unido em torno dos mesmos objectivos.
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